BIBLIOGRAFIA
DO VAMPIRISMO REAL
COMENTADA

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Capa da obra de 1746 do padre católico da Ordem Beneditina, Dom Augustin Calmet (1672 - 1757), descrevendo numerosos casos de vampirismo e suas aparições semelhantes a fantasmas, assim como os cadáveres conservados inesplicavelmente em seus túmulos associados aos mesmos. Esta divulgou casos reais de fenomenos paranormais associados ao vampirismo no Leste Europeu, e foi a obra de não ficção que deu origem às diversas obras ou abordagens artísticas e de ficção até hoje. A moderna ciência nega tais casos, procurando explicações naturais, assim como nega todas as manifestações paranormais e fenômenos associados à vida espiritual.

Os livros aqui citados dizem respeito a obras que tratam direta ou indiretamente do vampirismo real, e são listados por ordem de ano da publicaçlão original, evidenciando assim a linha do tempo e consequentemente o contexto histórico/ cultural em que foram escritos. A ordem é tal que inicia no topo da lista pelo mais antigo em direção aos mais recentes. Procuramos citar uma editora que tenha ou esteja publicando a obra em questão, o que não significa que não haja outras editoras fazendo o mesmo, não havendo por parte do site Sagrado Vampírico preferências quanto a editoras.

Esta lista é necessariamente incompleta e em contínua ampliação.
O ano da 1ª edição na língua original, aparece em branco antes do nome do autor(a), e o ano que aparece após o nome da editora, é o ano da edição moderna em português ou inglês que estamos citando.

BIBLIOGRAFIA DO VAMPIRISMO REAL COMENTADA:

2350 A.C. (aproximadamente) - TEXTO DAS PIRÂMIDES
Pirâmide de Unas/Unis, região de Saqquara. Há várias publicações deste texto, inclusive na internet,
mas nenhuma em português.

Descrição de práticas de vampirismo de energia vital e mística, por vias mentais através da magia. O contexto cultural diferente do nosso não altera o fato da prática, assim como a prática de se acender o fogo hoje ou naquela época se faz com um denominador comum, qual seja, o de que as leis físicas envolvidas são as mesmas. Ocorre que a moderna ciência ocidental não aceita a existência do mundo espiritual como algo tão real e fixo como o são as leis da física, e assim procura dar às mesmas apenas um conteúdo cultural em que não há elementos universais fixos em comum.

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