A PRÁTICA VAMPÍRICA

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Uma vez obtida a energia ela precisa ser eventualmente filtrada, concentrada, dinamizada, magnetizada e utilizada quer para alimentação simples, quer para realizar uma transformação interior (iluminação por alquimia ou yoga) ou para dar poder a um ritual de magia. Muito vampiros acreditam em carma (conceito hindu de leis de ação e reação), o que torna suas ações extremamente éticas, isto é, são cuidadosos em não prejudicar ninguém a sua volta, e só drenam superficialmente as coisas. Assim o fazem no ambiente, nas paredes e em todo ser às suas voltas, sentindo, percebendo e conhecendo o ambiente energético em torno dos seres, sem drenar os seres em seus interiores.

Vampirismo não é apenas obter energia vital, mas conhecimento, informação emocional e mental que vem junto com esta energia, dai o desenvolvimento da sensitividade dos vampiros, como clarividência (ver o astral), clariaudiência (ouvir o astral), etc... Tais vampiros nenhum mal podem fazer a ninguém.

Evidentemente há vampiros reais sem tais preocupações éticas, que assim podem se tornar perigosos para os outros e para si mesmos, como ocorre também com praticantes de magia, feitiçaria, política, ciências naturais etc. Logo o caráter não está na prática, mas na forma como se pratica, isto é, na responsabilidade social que move quem pratica.




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