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VAMPIROS ENCARNADOS
: pessoas ainda vivas, que praticam vampirismo. Podem ser:
a) De sangue: na moderna subcultura vampírica são pessoas que, sem matar nem obrigar ninguém a isto, absorvem pequenas quantidades de sangue de doadores (doador é aquela pessoa, maior de idade, que de livre e espontânea vontade, eventualmente por fetiche pessoal, doa algumas gotas de seu sangue, extraídas de locais seguros (onde não há risco de hemorragia) através de pequenos furinhos, por exemplo, na base dos dedos da mão). Esta prática não é apenas associada ao vampirismo, mas a fetiche simples, e enquanto tal conhecido como hematodipsia, hematoerotismo e bloodplay. Existem grupos destinados a garantir os direitos e seguranças de doadores nos EUA, por exemplo. Na prática o objetivo de um vampiro de sangue é obter energia vital que existe no sangue. Isto faz com que vampiros de energia vital digam ser desnecessário o vampirismo de sangue, pois podem obter esta energia através de métodos de mentalização, e os riscos de se absorver sangue são inúmeros, como AIDS, Doença de Chagas, e diversas outras doenças, assim como o perigo de hemorragia.
Os vampiros de sangue contra argumentam que o sangue contém muito mais energia do que se pode obter via mentalizações. Várias organizações de vampiros reais são contra o vampirismo de sangue, como a Ordo Strigoi Vii e a Temple of the Vampire, e outras a favor, como a Ordo Sekhemu. Este site é totalmente contra a prática de vampirismo de sangue pelos perigos que apresenta, os quais julgamos totalmente desnecessários!

b) Vampiros de energia vital: na moderna subcultura vampírica e em algumas tradições míticas, são pessoas que drenam a energia vital, prana, chi de outros seres, para seus próprios fins, quer para restaurar uma falta crônica de energia (por uma deficiência natural na absorção da mesma do meio ambiente como as pessoas normais o fazem), quer para utilizar esta energia vital para alimentar e intensificar a própria energia pessoal e a vontade, fortalecendo assim os resultados em magia. Pode ser:
i) ambiental: em que o vampiro drena a terra, as águas, o fogo, a atmosfera, paisagens, a energia que vem das estrelas, as florestas, as vias elétricas, a energia presente em grandes massas de pessoas reunidas, como festas, baladas, ruas lotadas, ônibus, metrôs, estádios esportivos etc. Neste caso não drena ninguém em específico, mas o ambiente e a energia que as pessoas saudáveis naturalmente soltam no meio ambiente, especialmente quando estão excitadas, alegres etc.
ii) pessoal: em que o vampiro drena uma planta, um animal ou um ser humano. Nestes casos a drenagem pode ser superficial, retirando pouca energia vital, ou mais profunda, drenando intensamente a outra pessoa, o que pode gerar abatimento, fraqueza e até dar espaço a doenças oportunistas. Aqui portanto, vampiros eticamente motivados, que não queiram prejudicar ninguém, ou não praticam esta forma de vampirismo, ou atuam sempre de forma bem superficial.

iii) por troca cíclica: um grupo de vampiros se reúne formando um círculo, de mãos dadas ou sem contato físico, e drenam consciente e deliberadamente um a energia vital do outro de sorte que a energia vital saia da mão direita de um e entre na mão esquerda do outro (se a maioria é destra), correndo em círculos entre todos. Evidentemente se todos vampirizarem e se deixarem vampirizar em círculos, a quantidade de energia vital não varia. A justificativa para este procedimento, teorizado a princípio por Michelle Belanger, é que tal ciclagem de energia aprimora a qualidade da mesma, concentrando e filtrando.

iv) por desdobramento: o vampiro desdobra, isto é, faz com que seu centro de consciência se foque em sua alma e não no corpo físico, após o que desprende sua alma de seu corpo físico e vai drenar o ambiente ou seres à distância de onde está sentado ou deitado seu corpo físico. Comporta-se então como um fantasma, assombrando regiões distantes de si, ou atua de forma imperceptível, não sendo notado. Isto explicaria, à luz do ocultismo, a habilidade de tais magos, pois é de magia que estamos falando, em atuar à distância,
como inúmeros mitos registram em todo mundo, além dos casos de conservação anormal dos cadáveres, típicos dos mitos e relatos vindos de quase toda Europa.




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