O QUE É SER
UM VAMPIRO?

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Relevo Burney retratando " Lilitu - Lilith"
Arte em terracota (alto relevo) de origem Sumeriana (1950 A.C.).
Originalmente Lilitu, um dos muitos demônios femininos noturnos da sexualidade (sucubo) da religião dualista mesopotâmica, em que retratava o feminino dominador fantasmagórico, e que foi apropriada pela cultura dos hebreus quando de seu cativeiro bíblico na Babilônia, passando a ser denominada de Lilith, e retratada como uma entidade erótica e vampírica de energia vital e sexual de homens adormecidos, sobre os quais colocava seu corpo, os asfixiava e os esgotava, tornando-se o símbolo contestador da submissão feminina ao homem e ao patriarcalismo. As corujas provavelmente representam os poderes da noite e os dois leões o poder masculino subjulgado ou, sob outro ângulo, o poder feminino dominador.


O que é ser um vampiro?
Uma pergunta aparentemente simples...

Desde a mais remota antiguidade, de acordo com os mitos e tradições que chegaram até nós de diversas culturas por todo mundo, sempre houveram pessoas, geralmente conhecedoras de segredos arcanos, como mago(a)s, feiticeiro(a)s, xamãs etc, que praticavam o vampirismo de energia vital e eventualmente sangue.
Suas atuações geralmente se davam por vias espirituais, isto é, conhecedoras dos mistérios da alma e dos espíritos, eram capazes de desdobrar ou deslocar suas almas para fora de seus corpos e drenar a energia dos vivos à distância, muitas vezes se materializando, quer nas próprias formas humanas, quer em formas de animais (theriomorfismo), drenando apenas a energia vital sutil (que na Índia se denomina prana, na China Chi, etc), ou mesmo drenando o sangue de outras pessoas.

Escritores de magia e ocultismo no século XIX e início do século XX, especialmente Eliphas Levi, Helena Petrovna Blavatsky, C. W. Leadbeater, H. S. Olcott e Dion Fortune, aprofundaram o entendimento sobre este procedimento. De posse deste conhecimento de ocultismo, que apenas tratamos superficialmente aqui a título de introdução, podemos exemplificar várias formas de se praticar o vampirismo. Muitos vampiros modernos praticam todas estas ou se especializam em uma ou algumas, mas seja como for, elas são capazes de dar sentido e fazer compreensível quase todos os mitos e fenômenos associados ao vampirismo:


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