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As causas desta carência de energia podem ser duas:
Debilidades na absorção de energia vital, decorrente de problemas fisio/etéricos, isto é, radicados no duplo etérico dos vampiros. O duplo etérico é uma camada de matéria etérica que todo ser vivo ou inanimado possuem, que interpenetra o corpo físico e sai para fora do mesmo cerca de 3 mm. Neste corpo de matéria etérica, que pode ser fotografado com aparelhos que geram altas frequências, altas voltagens, e baixa amperagem, que atravessa então o corpo a ser fotografado, geralmente folhas, insetos e dedos humanos, registrando um alo colorido ao redor dos objetos fotografados denominado “efeito Kirlian”, posto foram descobertos por dois pesquisadores russos na década de 1960, por Semyon Davidovitch Kirlian e Valentina Kirlian.

Em muitas fotos de folhas, por exemplos, que tiveram uma parte de si mesmas cortada, ainda apresentam as marcas da folha inteira... como se o duplo etérico da folha ainda estivesse lá. Casos em que pessoas perdem parte do corpo, uma perna, mas ainda continuam sentindo a perna após a cirurgia de amputação teria no duplo etérico uma de suas explicações.

O fato é que, neste duplo etérico, conforme a tradição Hindu e Tibetana, assim como a teosofia, se encontrariam centros de energia denominados de chacras. Estes centros de energia têm a forma de discos chatos, girando, e absorvem e acumulam energia vital. Debilidades nestes chacras seriam uma das duas causas possíveis da carência de energia crônica dos vampiros.

Sabemos, por exemplo, que pessoas idosas têm muitas vezes carência de energia vital. Assim é que o Rei Davi bíblico, no fim da vida, recebia uma jovem em seu leito, e sem ter com ela relações sexuais, apenas para se “restabelecer” de vitalidade. O nome da jovem era Abishag ou Abisag (Bíblia, Antigo Testamento, 1 R. 1:3-15).

Uma outra explicação para esta carência de energia seria o uso intenso da mesma. Isto é, seu metabolismo energético usaria muita energia vital, ou pelo menos mais que as pessoas normais.

Já os que seguem a vertente que diz que podemos nos tornar vampiros através de rituais de magia e de alquimia, argumentam que aqueles que são vampiros por carência de energia não passam de pessoas doentes... e que devem se tratar. Os vampiros reais que aceitam que o vampirismo é de nascença dirão, por sua vez, que qualquer um pode aprender as técnicas de vampirismo, e aprender e praticar o ato de vampirizar, mas que isto em si não os faz vampiros... por exemplo, podemos aprender música e tocar um instrumento, mas ser um bom ou excelente músico é um dom de nascença... não se aprende.

Percebe-se que muitos vampiros não se consideram, muitas vezes, humanos no sentido estrito da palavra, mas em um estágio mais elevado de evolução. Logo aceitam que o Ser vampiro está associado a um processo evolutivo através de reencarnações sucessivas.

Para os que seguem o pensamento que todos podem se tornar vampiros por magia, tornar-se um vampiro significa drenar energia vital para usá-la em seus rituais de magia, potencializando assim as operações que criam correntes no astral, ou alimentar com esta energia entidades astrais criadas pelo mago vampiro ou evocadas por eles (logo já pré existentes) ou ainda através da evocação, troca e auxílio de entidades astrais conhecidas pelos membros da subcultura vampírica de os “Antigos”.

Cabe salientar que a Temple of Vampire (ToV) fundada por Lucas Martel tem seus “Deuses não mortos”, e a Ordo Strigoi Vii fundada por Father Sebastiaan os seus  “Strigoi Morte”. Porém comparar os Deuses Não Mortos com os Strigoi Morte e os Antigos é algo incorreto, pois apenas membros autorizados destas organizações poderiam e podem falar com autoridade, precisão e coerência sobre os seus conceitos. Se os recordamos aqui é porque têm indiscutivelmente pontos em comum em relação ao conceito de “Antigos” do vampirismo real em geral.

 


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