ENTREVISTA
COM

OTTO MAZZEI
DO
"SAGRADO VAMPÍRICO"


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Otto Mazzei

Sobre o entrevistado: Otto Mazzei é estudante e praticante de ciências ocultas a mais de 30 anos, teósofo e profundo admirador de Helena Petrovna Blavatsky e sua Obra. Cientista Social na modalidade Antropologia, procura usar das ferramentas da etnografia, etnologia, e especialmente dos estudos de mito e ritual para melhor entender o vampirismo real e divulgá-lo enquanto prática séria de ocultismo, alquimia pessoal e religiosidade noturna, isto é, como uma senda de evolução e iluminação extremamente antiga.

Sobre a entrevistadora: Antes de tudo, quero agradecer o Otto por me convidar para realizar esta entrevista. Eu o conheço desde sua juventude e de tempos em que ele ainda não falava sobre estes assuntos, e honestamente não imaginava que seguiria um caminho assim. Sou teósofa e não vejo o vampirismo como algo espiritualmente saudável, muito pelo contrário, e ele sabe disto... e ainda assim recebi este convite e total liberdade de interrogar meu amigo de forma crítica e até, como ele mesmo diz, destrutiva. Para esta entrevista usarei o nome de Sophia...

Entrevista:

Sophia: Como você se vê?

Otto: Como alguém que ama a todas as coisas, a todos os carmas, a todos os signos, a todas as almas e a todas as energias exaladas pelas almas... pois em meio a todas o real aparece... nosso Eu Imortal, o Eu Imortal em que todos somos um... O Conde de São Germano colecionava pinturas de retratos de pessoas em geral... e eu amo o sentido oculto disto... e me vejo como um colecionador de energias. Flores possuem muitas pétalas, e a iluminação é concebida no Oriente como o nascimento sobrenatural de si mesmo em meio a um loto... a uma flor. Colecionar personalidades e suas energias vitais é como recompor as pétalas desta flor espiritual, é como reagrupar as escamas do dragão da sabedoria, e encontrar aquilo que transcende toda dualidade e ilusão... o Nirvana Imortal. Como nos diz o Taoísmo, é construir um "corpo imortal" nos planos espirituais.

Sophia: Você se considera um vampiro?

Otto: Não acredito em um “ser vampiro”, mas no vampirismo enquanto prática ocultista, embora aceito também que haja uma inclinação e natural habilidade para o vampirismo de energia vital, assim como há para a música, matemática etc, um dom natural que trazemos de outras encarnações sem o que os resultados não aparecem, e se aparecem são desanimadores. Mas seja como for, isto depende do que você chama de vampiro...


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