ENTREVISTA
COM

FRATER V:.


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Frater V:.
Frater V:.

Queremos agradecer a Frater V:. pela gentileza de conceder uma nova entrevista ao site Sagrado Vampírico. É uma honra e satisfação para nós entrevistá-lo, e esperamos que com isto possamos conhecer mais o seu pensamento, experiências e filosofia. Frater V:. além de estudante de psicologia é mestre em Reiki, com experiência em artes marciais e cultura antiga, e dentro da senda vampírica hoje está se aproximando do paradigma da Ordo Strigoi Vii como Ronin, isto é, seguindo aquele modelo místico/filosófico mas de forma independente e mesclando com outras linhas místicas e concepções de mundo dentro e fora do vampirismo.

Iniciemos a entrevista.

Sagrado Vampírico: Por favor, fale-nos um pouco sobre o que o levou a se interessar pelo vampirismo enquanto via mística? Como você se definiria dentro da senda vampírica?

Frater V.:: Primeiramente boa noite caríssimo! É uma honra ter a oportunidade de transcorrer sobre minha senda e minhas opiniões em tão nobre meio de divulgação. Posso dizer que desde meus tenros anos de idade nunca me senti adequado inteiramente à sociedade, tal qual o mito da caverna de Platão. Sentia-me nas sombras, isolado de alguma forma, após atingir uma idade razoável comecei a pesquisar símbolos, tarot, história antiga e outros meios de autoconhecimento. Tive contato também com o sistema de jogos de RPG como Vampiro e outros, e minha impressão foi que havia algo por trás daqueles escritos, os mesmos foram criados com muita perfeição e complexidade para serem apenas contos, e assim iniciei minha pesquisa acerca destes seres, sentindo-me atraído pela fascinação que exercem e acima de tudo a premissa da imortalidade. Envolvi-me primeiramente com o sistema da TOV e sua Bíblia Vampírica, passando por vários sistemas até conseguir ter minha posição e postura diante de minha natureza.

Tomando como base o termo ronin da OSV, que por sua vez foi emprestado pela cultura japonesa, que significa "um samurai sem mestre", posso me utilizar desta etimologia, mas modificando-a como alguém que não necessita tanto de ser tutelado, desta forma possui liberdade para efetuar meus experimentos e estudos seguindo minha intuição e sagrado interno, conforme minhas necessidades, sem me ater a uma ordem cronológica ou hierárquica específica, tendo como base acima de tudo o bom senso e cautela, que se adquire com o passar dos anos.

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