AFASTANDO

VAMPIROS REAIS

Evidentemente nem todos os vampiros reais são éticos. Vampíricos éticos vampirizam apenas multidões de pessoas e somente a energia que elas naturalmente emitem para fora, logo não parasitam ninguém e ninguém fica prejudicado. Vampiros não éticos vampirizam direta e invazivamente uma pessoa, enfraquecendo-a, desvitalizando-a e parazitando-a.

Para entender como nos proteger dos não éticos, como nos isolar ou como evitar sua atuação invisível devemos entender como ocorre o vampirismo de energia.

O vampiro de energia vital não ético, seja praticado uma pessoa encarnada ou por alguém já desencarnada, cria mentalmente, consciente ou inconscientemente, canais de matéria etérica e astral (emocional e mental) que drenam a energia vital da pessoa vampirizada para o vampiro, conforme o ocultismo e religiões comparadas.

É um processo consciente se o vampiro as visualizar e criar conscientemente por sua vontade, e inconsciente se não as visualiza mas apenas sua vontade tenciona o meio ambiente espiritual no sentido de absorver energia. Em ambos os casos surgem tubos delgados que irão do vampiro à pessoa vampirizada.

Assim como uma forte luz artificial ou o Sol desmaterializam o ectoplasma emanado de médiuns de efeitos físicos (conforme o espiritismo e o ocultismo nos ensina), assim também a luz espiritual emanada de pessoas que em atos, emoções e pensamentos se associam a valores como caridade, auto sacrifício, fé, coragem, compaixão por todos os seres, paz, mansidão, recordação e leitura da sabedoria contida nos livros sagrados, amor universal e altruísta etc, repito, esta luz canalizada por tais atos, emoções e pensamentos desintegra os canais espirituais invisíveis criados pelos vampiros de energia. Tais canais de "luz" não são exclusivos de pessoas religiosas, mas é entre pessoas religiosas que ocorrem na maioria das vezes com a intencidade maior, até por serem preconizados pelas religiões em seus mistérios sagrados.

Tais pessoas emitem luz aos olhos espirituais dos clarividentes e dos desencarnados. No cristianismo esta "luz" é conhecida por "espírito santo", no budismo por "fohat" e se trata de algo real, de um poder real, que chega de dimensões superiores de dentro para fora da pessoa que emite esta luz.

Vampiros reais não éticos e seus egrégoras, assim como espíritos obsessores se sentem atraídos por pessoas com pouca "luz", isto é, cujos atos, emoções e pensamentos tem forte vínculo com a região conhecida pelos espíritas como "umbral", e se afastam e se antipatizam por aqueles que têm muita "luz". Quando um vampiro real não ético tenta vampirizar uma pessoa e se esta pessoa não tiver áreas em seu aura com "furos" permissivos (com pouca "luz") para que seus tentáculos (canais de energia criados) grudem no aura e o vampirizem, o ato de vampirizar tais auras espirituais fica impossível.

Além disto, aqueles portadores de tal "luz" atraem entidades espirituais de desencarnados, egrégoras religiosos e entidades espirituais não humanas (não cabe aqui falar de tais entidades, mas os anjos cristãos e os bodsatwas budistas são algumas delas) os protegem da atuação de tais vampiros, mais reais e presentes do que se imagina.

Neste sentido o mito de que um vampiro precisa ser convidado para entrar na vida de alguém possui certa ponta de verdade. Vampiros, demônios e obsessores só se acercam e interagem em pessoas que abrem caminho para eles em seus auras, que os "evocam" consciente ou inconscientemente através de seus atos, emoções e pensamentos.

Vampiros reais, mesmo os vampiros éticos, são facilmente vampirizados por outros vampiros de energia, pois em comum todos têm um forte vínculo com o "umbral", ainda que os éticos sublimem isto e deixem de ser prejudiciais a outras pessoas.